Convido meus queridos seguidores a conhecerem o novo site da Doçaria, marca que reedito após alguns anos de afastamento!
www.docariaonline.com.br
Sejam muito bem vindos :)
quarta-feira, 15 de julho de 2015
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
Bolo integral de banana, maçã e passas
Esta tem sido minha receita preferida. Primeiro por ser deliciosa, segundo, por ser saudável e terceiro, por ser extremamente fácil de preparar. Fica pronta rapidinho e não há quem não se apaixone ao provar o primeiro pedaço.
Ingredientes:
1 xícara de farinha de trigo integral
1 xícara de farinha de trigo
1 e 1/4 xícara de açúcar mascavo
3 ovos
3 bananas cortadas em rodelas
1 maça grande picada com a casca
100 g de passas de uvas brancas
1 colher de sopa de fermento em pó
1/2 xícara de óleo de girassol
raspas de 1 limão
Modo de fazer:
Pré aqueça o forno à 180 º . Em uma tigela, misture todos os ingredientes secos. Abra um furo no meio e acrescente os ovos e azeite. Misture bem, com uma colher de pau. Junte as frutas, as raspas de limão e misture. Despeje em forma untada com um pouco de azeite. Leve ao forno por aproximadamente 30 minutos ou até que esteja assado.
domingo, 6 de abril de 2014
Pãezinhos de Matzá
Com a proximidade da Páscoa Judaica, o Pessach, em que a dieta sem farinha e fermento é a ordem da semana, estes pãezinhos, gostosos e faceis de fazer, são uma ótima pedida. Podem ser doces ou salgados.
Ingredientes:
2 copos de água
1 copo de óleo
3 colheres de sopa de açúcar ou 1 colher de sal
2 copos de farinha de matzá
4 ovos
Modo de Fazer:
Coloque para ferver, em uma panela, a água, o óleo e o açúcar ou sal.
Quando ferver, acrescente a farinha de matzá e mexa bem até agregar todo o líquido e ficar uma massa uniforme.
Deixe esfriar e acrescente os ovos, um a um.
Faça bolinhas e coloque em assadeira levemente untada.
Leve ao forno medio até que dourem.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
De mãe para filhos
Eu gostava do tempo em que não existia nenhuma noção de finitude na minha vida. Todas as coisas poderiam ser feitas, ou não, porque havia sempre muito tempo para tudo. Era tão fácil deixar as decisões para depois, ficar apenas na espera do que a vida me traria, e, nossa, ela traria tantas coisas: um príncipe encantado, o trabalho dos meus sonhos, as viagens maravilhosas, uma casa linda, filhos perfeitos, saúde infindável e pais imortais.
Risco de dar alguma coisa errada? Não existia. Pois se não desse certo, e “não dar certo” leia-se: qualquer coisa minimamente diferente do que era idealizado, haveria todo o tempo do mundo para se fazer novamente. Tolerância zero com a frustração e o imponderável.
Mas o interessante, mesmo, é que iniciamos nossas vidas pautados por este sentimento onipotente de que somos os donos do mundo. E assim vamos indo. O presente ao nosso lado, praticamente invisível e o futuro correndo sempre dois passos a nossa frente. Tão perto, mas irritantemente inalcançável.
Acho que é a única explicação plausível para justificar escolhas tão equivocadas que às vezes fazemos. Não que não haja escolhas acertadas. Mas muitas vezes, deixamos nosso presente para correr atrás de um futuro que teima em não se deixar alcançar.
E aí, com o passar dos anos, na hora do balanço de nossas ações nos perguntamos: Onde diabos eu estava com a cabeça quando escolhi esta profissão? Ou esta cidade para morar, longe da minha família e amigos? Como é que fui me desfazer daquele piano antigo da minha bisavó? Que foi aquilo que me deu que não fui atrás daquele curso de restauração no exterior por achar que este era um campo que não tinha futuro?
E pior. Vemos nossos filhos fazendo exatamente o mesmo, e não tem jeito de eles nos ouvirem! Obviamente, porque nós também estávamos surdos para os nossos pais, com sua maldita experiencia.
Sinceramente, apesar de concordar com a teoria de que é errando que se aprende, não deixo de pensar que não seria má ideia, se, assim como nos filmes, pudéssemos dar um pulinho no futuro para entender que não, não é a vida que vai nos trazer as coisas. Somos nós que vamos nos dar ou não. Que nem todos os homens são príncipes encantados, mas alguns podem ser encantadores, e que devemos, sobretudo, nos permitir encantar. Que nenhuma viagem vai ser maravilhosa se não estivermos felizes e que ninguém, apesar de nosso desejo, é eterno.
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Iogurte Diet Caseiro
Uma boa dica para o verão, este iogurte diet é fácil de fazer, tem baixo valor calórico e é delicioso. Além das facilidades de poder fazer nos sabores que desejar, acrescentar pedaços de frutas ou geléias. Fica lindo em pequenos potinhos individuais!
Iogurte Desnatado Caseiro.
Ingredientes
· 1 litro de leite desnatado
· ½ copo de iogurte natural desnatado
· 1 sachet de gelatina diet em pó com o sabor da sua
preferência
Preparo:
Ferva o leite e espere amornar.
Coloque em uma vasilha que tenha tampa para guardar. Misture o iogurte natural
desnatado ao leite e mexa até dissolver bem. Se preferir, pode bater no
liquidificador. Tampe a vasilha, envolva em um pano de prato e deixe descansar
por um dia, no refrigerador, sem mexer. Aguarde
24 horas. Prepare a gelatina diet conforme as instruções da embalagem e misture
ao iogurte já pronto. Pode acrescentar também alguns pedaços de frutas.
Mantenha refrigerado. Se desejar em sabor natural, apenas suprima a gelatina.
Pode acrescentar gotas de adoçante ou açúcar mascavo.
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Feliz 2014!
Aos meus queridos amigos do Blog, desejo que possamos encontrar, dentre tantas receitas, a mais importante para cada um de nós! Que venha um novo ano com muita felicidade.
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Will you still love me?
http://www.youtube.com/watch?v=Rd9VWKCqUhU
Estávamos sentados os três. Eu, meu pai e minha mãe, quando ele me disse
que eu tinha que casar novamente. Quem
vai fechar teu sutiã quando tu estiveres velha?
A
colocação me deixou perplexa, pois em onze
anos de separada, nunca ouvi qualquer coisa a respeito. Não vindo dele.
Certamente
que não falei o que me veio a mente, de
imediato: “Mas pai, todo mundo fica
sozinho em algum momento. Tu e a mãe não vão morrer juntos (muito provavelmente)!
“
Dito
e feito. Após um mês ele caiu doente, e em seis meses, deixou não somente aquela que foi sua companheira por 60 anos sozinha, como um vazio enorme em
todos nós, que o amávamos tanto.
Dia
destes, minha mãe me contou um sonho em que desesperada, tentava fazê-lo voltar
para ela, após uma briga. Mas ele se negava, estava furioso. Ela pedia
desculpas, implorava, mas ele era irredutível, não voltaria. Ela mal conseguia
descrever o tamanho do desespero, que era também do tamanho de seu abandono. Ontem me contou que ouviu um barulho no
quarto, enquanto dormia. Ao olhar para o lado, viu um vulto. Só poderia ser ele. Já não tinha certeza se teria sido um sonho.
Aí
eu fico pensando. Que triste e, ao mesmo tempo, que linda esta história. Se não
temos a opção de permanecermos junto a nossos afetos para sempre, que ao menos possamos
viver o amor em toda sua plenitude, até seu último suspiro E que a separação
não seja voluntária, mas imposta pela vida, ou pelo fim dela.
E
acabo por concordar com meu pai. É preciso ter alguém com quem sejamos verdadeiramente
ligados até o fim, ou mesmo até depois
do fim das nossas vidas. O amor que o companheiro remanescente herda na viuvez deve servir de combustível para que se possa cumprir o resto da jornada sozinho.
sábado, 7 de setembro de 2013
Cup cake fácil, para o lanche no feriado
Para o feriado, que tal fazer um lanche diferente? Você pode utilizar sua receita do bolo de chocolate e assar em forminhas para cupcakes e utilizar o bom e velho brigadeiro como cobertura. Facil, bonito e gostoso. Segue abaixo, minha sugestão de receita.
3 ovos
1 xícara bem cheia de açúcar
1/2 xícara de chocolate em pó
1 xícara e meia de farinha de trigo
1/2 xícara de leite
1/2 xícara de óleo
1 colher de sopa de fermento em pó
Na batedeira, bata os ovos e o açúcar. Siga batendo e acrescente o chocolate em pó e a farinha alternando com o leite e o óleo. Por último, acrescente o fermento. Distribua a massa em forminhas de papel para cupcake até a metade. Leve ao forno pré-aquecido até que cresçam e sequem. Leva mais ou menos 20 minutos.
Cobertura de Brigadeiro
1 lata de leite condensado
2 colheres de chocolate em pó
1 colher de manteiga sem sal
Misture os ingredientes e leve ao fogo baixo, em uma panela, mexendo sempre até que ferva e solte nas laterais. Espere esfriar e aplique sobre os cupcakes. Para a cobertura branca a receita é a mesma, apenas sem acrescentar o chocolate em pó.
terça-feira, 30 de julho de 2013
Vão-se os pés, ficam os sapatos.
De acordo com
a antiga tradição judaica, os sapatos de um morto não poderiam jamais ser
calçados por outra pessoa. Acreditava-se que se alguém calçasse os
sapatos do falecido estaria desonrando sua memória ao tentar percorrer aquele
caminho que foi unicamente seu, ou ainda, significaria que se estaria pisando
sobre o morto.
Atualmente, e,
em consonância com este novo momento de alguns religiosos verdadeiramente
preocupados com a pobreza e comprometidos com uma proposta de vida digna para todos os homens, a doação dos sapatos passou a ser considerada como um
destino honrado para este item do vestuário dos mortos. Desta forma, como “tzedaká” (caridade sem
saber a quem se está beneficiando) a memória daquele ente querido não seria
maculada.
Com o
falecimento de meu pai há poucos meses, assuntos desta natureza passaram a
fazer parte de meu repertório. Aliás,
nesta oportunidade, após 52 anos de vida acho que foi meu primeiro e verdadeiro confronto com a morte. Custei um pouco a
entender as palavras tão sábias de meu filho, que quando da perda deste querido
avô, declarou: “No que diz respeito à
vida, somos livres para questionar as regras desse grande jogo, mas não de
vivê-las. Graciosa e implacável, a natureza joga os seus dados - nos cria, nos
transforma, nos une e nos separa. Uma grande ironia: um jogo de azar que permite
ao jogador reconhecer a sua sorte.”
Pois então,
hoje já entendo que a morte não está para brincadeira. Queiramos ou não, ela nos
leva, ou àqueles que tanto amamos, de forma implacável. Aos que restam no jogo, cabe decidir o que
fazer com o que ficou, além da imensa dor, daquele pedaço que nos foi
arrancado.
No que diz respeito aos
sapatos, minha família optou pela inutilização deles. Os queimei na
churrasqueira que meu pai tanto amava. A
verdadeira motivação para este ritual não acredito ter sido a religiosa. Todos
concordamos que seria mais apropriado ajudar os necessitados. Entretanto, e, por via das dúvidas, acabamos
sucumbindo ao medo de que aquele ente tão querido tivesse sua memória ou “repouso
eterno” prejudicados de alguma forma, e que teríamos sido responsáveis por isto,
pela escolha do destino que teríamos dado aos seus sapatos.
Definitivamente, a morte conseguiu nos transformar em grandissíssimos covardes.
Definitivamente, a morte conseguiu nos transformar em grandissíssimos covardes.
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Bolachinhas da Vovó (Pletzalech)
Com este frio que está fazendo, nada melhor que um lanchinho caseiro. Ainda mais neste mes de julho, em que as crianças estão em férias e, literalmende, dentro de casa! Esta receita era da minha avó, que as chamava de "pletzalech", que significa biscoitos em idishe (dialeto judaico). Minha mãe fazia e ainda faz, eu faço, e, com certeza, meus filhos também farão!
2 ovos
1 xicara de açúcar
1/2 colher de margarina
2 colheres de óleo
aproximadamente 500 g de farinha de trigo
1 colherinha de fermento para bolo.
açúcar e canela para polvilhar
Bata os ovos, o açúcar, a manteiga e o óleo. Acrescente a farinha aos poucos e o fermento. Vá mexendo, inicialmente com a colher e depois com a mão (sovando). Coloque farinha até o ponto de poder abrir a massa com um rolo em uma superfície enfarinhada. Com um cortador ou um copo, corte as bolachinhas. Disponha em forma untada e polvilhe com açúcar e canela. Leve a assar em forno pré aquecido baixo, 150º, para que não queimem.
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