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quarta-feira, 27 de abril de 2011

O bolo da noiva, a outra estrela da festa!


Em tempo de casamento real, e com a proximidade do mês de maio, nada mais atual do que falarmos um pouquinho sobre o bolo da noiva, que tem sido, cada vez mais, uma das estrelas das festas de casamento. 
Inicialmente, sem muitas preocupações estéticas, o bolo começou a se fazer presente como  um símbolo de boa sorte e de celebração. Já nos idos do Império Romano ,  a noiva comia um bocado de bolo feito de farinha e agua e exprimia o desejo de que nunca lhes faltasse , a ela e ao marido, o essencial para viverem . Cada convidado recebia então uma fatia de bolo, de modo que todos pudessem compartilhar da boa sorte do feliz casal. 
Atualmente, os bolos são bem mais elaborados, com diversas camadas e diferentes e caras decorações, mas seu significado, nem tão conhecido, mantem-se intacto, assim como o hábito de compartilhar com  todos os convidados um pedaço desta especialidade que , via de regra, é feita com muitas frutas em uma massa rica e forte.Outra opção bem atual, menos dispendiosa e mais fácil de fazer, são arranjos com bem casados, trufas ou doces, montados sobre uma estrutura de tres ou mais andares, que reproduzem os bolos tradicionais.

Segue a receita da massa tradicional do bolo de noiva, tão apreciada e dificilmente encontrada fora das festas de casamento:

Bolo de noiva:
2 xícaras de farinha de trigo
2 xícaras de açúcar
250g de ameixas em calda, batidas no liquidificador
1/2 xícara de nozes
250g de manteiga
5 ovos inteiros
1/2 copo de vinho branco (opcional)
1/2 colher de sopa de fermento em pó
50g de frutas secas
50g de passas pretas
50g de passas brancas
1/2 xícara de leite


Misture a manteiga com o açúcar e vá colocando os ovos inteiros, um a um. Bata bastante, até a massa ficar bem cremosa. Acrescente a farinha, o leite, o vinho,as ameixas e o fermento em pó, e continue mexendo. Coloque as frutas secas, as passas e as nozes, e misture bem. Despeje em uma fôrma redonda, untada com manteiga e polvilhada com farinha de trigo. Leve ao forno pré aquecido (200º) por aproximadamente 35 minutos. Verifique se o bolo está assado, espetando-o com palito; se sair limpo, está bom.

Obs: As fotos foram retiradas do site americano weddingtobe.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Torta de Limão, uma receita infalível!


Esta torta é uma de minhas favoritas e também uma das primeiras sobremesas que aprendi a fazer. Faço pouco, pois se fizer, sou capaz de devorar toda. A receita é um pouquinho trabalhosa, mas nada difícil. Vale a pena tentar!

Torta de Limão:

Triture 01 pacote  (200g) de bolachas maria, até que vire uma farinha. Agregue 120 g de manteiga sem sal em temperatura ambiente até que fique uma massa homogênea. Com esta massa, forre uma forma de fundo removível (ou um pirex). Bata no liquidificador 02 latas de leite condensado, 04 gemas e o suco de 07 limões. Despeje sobre a massa. Bata as 04 claras com 8 colheres de açúcar na batedeira até que fique um merengue firme.Coloque, em colheradas, delicadamente, sobre o creme . Por cima, largue as raspas de 01 limão. Leve ao forno 200º por aproximadamente 30 minutos. Retire do forno, espere esfriar e desenforme. Sirva gelada.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Porque esta noite é diferente das outras noites?



Porque esta noite é diferente de todas as noites? Esta é a tradução da canção que se entoa na primeira noite de Pessach, a Páscoa Judaica. Esta é uma introdução para que se possa, no desenrolar da música, explicar-se o significado dos alimentos que se consomem nesta festividade, usualmente diferentes daqueles  que comemos todos os dias.
No Seder de Pessach as famílias se reúnem para juntos celebrarem o fim da escravidão dos judeus no Egito. É a celebração da liberdade.
Uma linda festa com alimentos típicos e muita alegria. Para mim a resposta a esta pergunta seria também: Porque esta noite estamos todos juntos, sem pressa, apreciando e desfrutando da companhia  uns dos outros, celebrando aquilo que nos tornou e vai tornar os nossos filhos nas pessoas que somos e  serão: A vida em família, a nossa cultura e a nossa história.
Nasci do dia 08 de julho de 1960, em Porto Alegre, no bairro Bom Fim. Sou a quarta e última filha de uma família  judia  de classe média.  Muitas das lembranças que tenho de minha infância estão ligadas à uma grande mesa farta com toda a minha família paterna celebrando as festividades judaicas.  Muitos primos, muitos tios, muito barulho, pouca reza e sobretudo, muita comida.  Meu querido avô Maurício (em cuja homenagem dei o nome a meu filho mais velho), religioso como era, tentava fazer com que as cerimônias se realizassem da forma mais correta possível, mas os mais jovens não conseguiam suportar a ansiedade da espera pelos pratos típicos deliciosos que viriam a seguir.  Também pelo lado materno tenho recordações de especialidades judaicas preparadas pela minha querida avó Rebeca, com quem muito convivi em minha primeira infância.  Lembro que a casa dela tinha um cheiro peculiar.  Algo assim como um aroma de conserva permanente. Um cheiro de pimentão assado.  Fazia uma sopa de massinhas que nunca consegui reproduzir, mas os biscoitos, os ”pletzalech”, estes felizmente aprendi com minha mãe, e meus filhos adoram. 
Adoro a culinária judaica.  Não que eu seja religiosa, longe disto.  É que a culinária judaica me reporta às minhas origens, à minha família, à minha cultura.  Uma vez ouvi que cada um tem sua porta para a religiosidade. No meu caso, a minha porta para o judaísmo é a minha família, são os meus pais, os meus avós e tudo que herdei deles. Me orgulho muito deles e de tudo o que me deram.  Minha forma de retribuir e de me inserir neste contexto foi aprendendo a culinária judaica oferecê-la aos meus filhos, e garantir que as festas e tradições de nossa família continuarão existindo. 
Todas as festas religiosas judaicas são regadas à muita comida. Mesmo aquela em que se jejua. Para quebrar o jejum, uma mesa com comida suficiente para recuperar tudo o que não se comeu naquele  dia e nos dez que o antecederam.  E já houve quem resumisse a oração de todas as festividades para:  “Bem, eles tentaram nos matar, não conseguiram, agora vamos comer!”

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Esse friozinho, dá uma vontade...

Com estes primeiros dias de frio, dá uma vontade de comer umas coisinhas gostosas que são mais adequadas para o inverno. Me bateu saudade dos bolinhos de chuva.

1 ovo
2 colheres de açúcar
1 xícara de farinha
1/2 xicara de leite
1 colherinha de fermento
canela e açúcar para polvilhar.

Misture todos os ingredientes até ficar uma massa não muito mole, nem tão dura.Deixe aquecer uma panela com bastante óleo para que os bolinhos possam boiar.Quando estiver bem quente comece a colocar colheradas da massa e abaixe o fogo para que o bolinho não fique crú por dentro.Coloque os bolinhos sobre papel absorvente e depois se preferir passe-os no açúcar com canela.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Um lindo arranjo para a páscoa

Este arranjo com trufas eu preparei para o natal, mas pode ser adaptado também para a páscoa. Voce pode, ou fazer as trufas, cobrir e montar (o que é mais complicado) ou comprar bombons prontos e montar o arranjo, utilizando uma bola de isopor encaixada no vaso e espetando as trufas com palitos na parte interna. Depois de montado, decore o vaso com um coelhinho ou outro símbolo de páscoa, que pode ser de pano ou outro material, colado ou amarrado.Para os que queiram se aventurar, aí vai a receita da trufa:
1/2 kg de chocolate em barra ao leite
1/2 kg de chocolate em barra meio amargo
1 lata de creme de leite
1 dose do licor de sua preferência
Derreta o chocolate em banho maria ou microondas. Cuide para não aquecer demais. Misture o creme de leite e o licor. Deixe repousar por no mínimo 24 horas, fora da geladeira em recipiente bem seco e fechado (depois de frio). Faça bolinhas e cubra com chocolate derretido e temperado (o chocolate, para endurecer, precisa passar por um processo de resfriamento, chamado temperagem). Você pode também, apenas  passar as bolinhas de trufas no cacau em pó. É bem mais simples e fica igualmente delicioso.
As dicas para a temperagem, você encontra neste site:
http://www.nestleprofessional.com/brazil/pt/SiteArticles/Pages/chocolates_destaques.aspx

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Quais flores podemos comer?

Em função da receita que postei ontem, fiquei com uma preocupação sobre quais flores são comestíveis e como podemos utilizá-las. Encontrei a resposta neste site


Abaixo, algumas informações básicas que adianto:

Muitas flores servem tanto na alta culinária para tornar mais belos e atraentes nossos pratos como na medicina popular como tratamento para diversas moléstias como a ansiedade e a insónia.


Mas temos que tomar cuidado, pois muitas plantas são venenosas e mortais para os seres humanos. assunto esse que vamos tratar a seguir.

Viola ou Amor Perfeito: Planta de flor comestível ou com pétalas ou flores comestíveis!
 As pétalas têm um sabor adocicado suave e a flor completa um sabor mais vegetal e ligeiramente ácido
Anthirrinum majus: Planta de flor comestível ou com pétalas ou flores comestíveis!
 De sabor suave a ligeiramente amargo. Para usar como guarnição ou adorno
 Calendula: Planta de flor comestível ou com pétalas ou flores comestíveis!
 De sabor ligeiramente amargo, lembrando o açafrão. As pétalas dão um tom dourado aos alimentos. Com sabor picante e apimentado, é também muito usada como corante culinário.  
Camomila: Planta de flor comestível ou com pétalas ou flores comestíveis!
 Consumida em chás, a Camomila tem pétalas comestíveis de sabor identico a maçãs doces. Apenas as pétalas destas flores são comestíveis. O pólen pode causar alergias a indivíduos susceptíveis
Capuchinha: Planta de flor comestível ou com pétalas ou flores comestíveis!
 O sabor apimentado destas flores faz lembrar o agrião. A chaga é das flores comestíveis mais conhecidas.
Cravina: Planta de flor comestível ou com pétalas ou flores comestíveis!
 As pétalas são comestíveis e tem um sabor apimentado do tipo cravo-da-índia. Deve retirar-se a parte branca e amarga da base da pétala. As pétalas desta planta são um dos ingredientes secretos do célebre licor francês Chartreuse. 
Cravo Túnico alto dobrado: Planta de flor comestível ou com pétalas ou flores comestíveis!
 De sabor ligeiramente amargo as pétalas das flores de cor amarelo-limão e cor tangerina são as mais apreciadas. 
Gerânio ou Sardinheira: Planta de flor comestível ou com pétalas ou flores comestíveis!
 As pétalas dos pelargónios têm um sabor que é quase sempre idêntico ao odor das suas folhas e varia do limão ao mentolado 
Girassol: Planta de flor comestível ou com pétalas ou flores comestíveis!
 Apenas as pétalas do Girassol são comestíveis. O pólen pode causar reacções alérgicas a indivíduos susceptíveis. As pétalas têm um sabor agri-doce. O sabor amargo pode reduzir-se passando ligeiramente as pétalas por vapor de água.
 
Petúnia: Planta de flor comestível ou com pétalas ou flores comestíveis!
 As pétalas têm um sabor floral suave e as flores são geralmente usadas como guarnição. 
Primulas: Planta de flor comestível ou com pétalas ou flores comestíveis!
 As pétalas coloridas têm um sabor suave adocicado. 
Violetas: Planta de flor comestível ou com flores ou pétalas comestíveis!
 As pétalas das violetas têm um sabor doce e perfumado e podem ser consumidas frescas ou cristalizadas em açucar.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Lindos demais, estes cupcakes são bem fáceis de fazer!

Imagine fazer em casa estes cupcakes maravilhosos!  Encontrei eles navegando pela internet. Não dá para acreditar, né? Mas é muito fácil. O diferencial fica por conta das flores comestíveis. Enfeitam e dão um toque para lá de sofisticado na apresentação. A receita que sugiro é de cupacake de limão. Suave e gostoso. O glacê para decorar e fixar as flores pode ser chantilly, aqueles de caixinha que se coloca para gelar e depois bate na batedeira. Você pode escolher outra cobertura de sua preferência.


Cupcakes de limão

Ingredientes:
5 ovos
1 1/2 xícara de açúcar
2 xícaras de farinha de trigo
1 lata de creme de leite
1 colher  de fermento em pó
raspas de 1 limão


Bata bem os ovos inteiros com o açucar até ficar um creme bem e claro fofo. Junte o creme de leite  e bata mais um pouco. Misture a farinha e o fermento e por ultimo  as raspas de limão. Coloque em formas de papel para cupcakes, enchendo até a metade, ou um pouquinho mais. Leve ao forno, dispostos em uma assadeira, lado a lado. Cuide para não passar do ponto, pois em porções menores, assa bem mais rápido. Coloque um palito, se sair seco, está pronto. Espere esfriar, coloque o creme por cima e fixe uma flor comestível. Com certeza, vai ficar lindo e gostoso. 

Observação: Em mercados especializados você encontra as flores comestíveis, que podem ser amor perfeito ou violetas, dentre outras. Caso você não encontre as flores comestíveis pode utilizar as comuns, lavando bem e retirando antes de comer o cupcake.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Felicidade Reciclável

Ser feliz é algo tão complexo e ao mesmo tempo tão simples! Durante os diferentes estágios da nossa vida, a gente acredita que a felicidade estará colocada em determinada situação, ou atingimento de determinado objetivo. Na infância, queremos um brinquedo novo, um bichinho, atenção . Na adolescência queremos fazer parte de um grupo, ter uma vida social intensa, passar no vestibular. Na vida adulta, queremos tantas coisas... queremos trabalhar, encontrar um parceiro bacana, ganhar dinheiro, ter filhos, viajar, adquirir bens e relações duráveis.
Aí a gente consegue, se não todas estas coisas, algumas delas e algumas outras não planejadas. E muitas vezes, continuamos com a sensação de felicidade incompleta.
A esta altura da vida, aprendi duas coisas. A primeira: Nem sempre vamos conseguir tudo o que desejamos.  E a segunda: Nunca nos sentiremos inteiramente felizes mesmo que consigamos tudo o que planejamos. Descobri também que a felicidade é fugaz, mas reciclável. O que queríamos ontem pode se transformar em outra coisa hoje, e amanhã ainda outra. Cada situação que a vida nos apresenta nos faz desejar coisas diferentes. Algumas são fixas e indiscutíveis , muito embora nos esqueçamos delas. Aliás, são como energia elétrica, só valorizamos quando faltam: Saúde, amigos, trabalho e dinheiro para pagar as contas. Me parece que o mais adequado é buscarmos momentos de felicidade. Vale perguntar-se: O que me faria feliz hoje?  E a resposta tem que valer até que deixemos de nos sentir plenos. Aí é hora de nos perguntarmos novamente, encontrar outra resposta e irmos à luta. Uma constante em minha vida sempre foi a sensação de felicidade que a cozinha me proporcionou. Eu sou , dentre outras coisas, feliz na cozinha. Este blog, nada mais é, do que uma possibilidade de compartilhar este meu sentimento e de sublimar a falta de tempo que tenho tido para passar mais tempo dentro dela. A experiência tem sido instigante e compensadora. Me leva a pesquisar mais, aprender novas receitas e me traz uma troca inigualável com meus  antigos amigos e com  os novos, que se aproximaram por conta desta nova empreitada!

domingo, 10 de abril de 2011

Para compensar os excessos do fim de semana, que tal uma pizza light deliciosa?



                                                                                                                       
Pizza de Ricota Light

Ingredientes: 

Massa: 

- 150 g de margarina 
- 150g de ricota 
- ½ colher (chá) de sal 
- 2 ½ xícara de farinha de trigo


Cobertura: 

- 250g ricota 
- 2 tomates médios 
- sal e pimenta do reino 
- orégano


Modo de Preparo: 

Amassar os ingredientes da massa. Abrir e colocar em uma forma. Assar ligeiramente. Colocar os ingredientes do recheio (ricota amassada com garfo, misturada com o tomate picado e temperos). Assar.


sábado, 9 de abril de 2011

Um sushi para todos os gostos!


  

















 Mundialmente apreciado, um dos pratos japoneses mais conhecidos é o sushi, um rolinho de arroz com peixe cru. Mas como esses ingredientes não costumam agradar a todos os paladares (na minha casa, por exemplo, há quem ame e há quem odeie), surgiram novas versões para a receita. O rolinho pode ser recheado com omelete, peixe cozido, frutas e legumes – principalmente o pepino. Aliás, você pode selecionar os ingredientes do recheio de acordo com suas preferências. A receita que segue é apenas uma sugestão. E para dar um toque oriental,  sirva sempre com gergelim e molho shoyu.

  Sushi Diferente: 

 rende 40 unidadeMASSA

  • 1 xícara (chá) de leite
  • 1 colher (sopa) de margarina
  • 2 ovos
  • 1 xícara (chá) de farinha de trigo
  • Sal a gosto
  • ½ xícara (chá) de salsa picada
  • Óleo para untar a frigideira
  • RECHEIO
  • 2 latas de atum
  • ¼ de xícara (chá) de azeitonas pretas picadas
  • Salsa picada a gosto
  • 1 pepino cortado em palitos
  • 1 cenoura cortada em palitos
  • Azeite para besuntar os rolinhos
  • 6 colheres (sopa) de gergelim branco tostado
    Modo de fazer:
    MASSA:No liquidificador, bata o leite, a margarina, os ovos, a farinha de trigo, o sal e a salsa até ficar uma mistura homogênea. Com o óleo, unte uma frigideira antiaderente média. Coloque uma porção da massa e doure dos dois lados. Repita a operação até acabar a mistura. Deixe esfriar.
        RECHEIO: Em uma tigela, misture o atum, a azeitona e a salsa. Sobre cadadiscodemassa, coloque uma porção do recheio, um palito de pepin o  e  um de cenoura. Enrole como um rocambole, besunte as laterais com azeite e passe no  gergelim. Corte em pequenos rolinhos e sirva em seguida, acompanhado de shoyu.